Efemérides
Eu sei que ando ausente e devo alguns textos. Provavelmente amanhã saem alguns que estou já rascunhando. Dentre as metas, um deles era sobre multi-monitores. Pra adoçar a vida de quem passeia aqui vai uma dica, vinda do lifehack.
Lugar onde eu pretendo comentar sobre minha experiência como desenvolvedor de software, nessa empreitada maluca de trabalhar sem patrão :)
Eu sei que ando ausente e devo alguns textos. Provavelmente amanhã saem alguns que estou já rascunhando. Dentre as metas, um deles era sobre multi-monitores. Pra adoçar a vida de quem passeia aqui vai uma dica, vinda do lifehack.
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JuRaDo
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22:42
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Saiu uma notícia no MeioBit sobre um notebook com 3 LCDs. A opinião do autor do post -- e não da notícia original -- é que os notebooks deveriam ser portáteis; que não faria sentido um computador para carregar de um lado para outro agregar uma funcionalidade destas. Eu discordo.
Eu por exemplo, preciso sim da mobilidade de um notebook pois na maioria das vezes trabalho em lugares diferentes do que meu "escritório" -- leia-se meu quarto em casa. Como uso somente o notebook para o trabalho, e não um desktop convencional, sinto-me muito bem em poder ter à minha disposição três monitores LCD's que, como já havia mencionado o efetividade.net, tornam o trabalho mais produtivo. Quando o deslocamento fosse necessário e a curta estadia não justificasse o transporte dos dois LCD's a mais, bastaria "destacar" o peso extra -- como mostram as figuras.
A portatibilidade -- se é que tal termo existe -- de um notebook é, a meu ver, ilusória. Eu, pelo menos, nunca precisei e imagino jamais precisar abrir o notebook em algum lugar público, num restaurante ou ônibus. A necessidade de um trabalho nômade é real. Mas nada que não aguente esperar a chegada ao destino.
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JuRaDo
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21:21
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Marcadores: geek, mobilidade, trabalho
Há cerca de dois anos conheci uma ferramenta de mudou bastante a forma como eu encarava os trabalhos acadêmicos e a metodologia científica como um todo. Não só isto: a documentação de software, algo bastante importante na área que paga minhas contas, passou a ser algo visto de forma diferente.
O culpado desta reviravolta tem nome e sobrenome: Donald Knuth. Esse cara fantástico criou a melhor ferramenta tipográfica de todos os tempos -- levando em consideração a opinião deste pobre mortal que vos fala. Essa ferramenta chama-se Latex. Através dela é possível criar documentos com formatação que você bem desejar, fazendo aqueles documentos que você cansou de desenvolver do Word parecer trabalho manuscrito.
Mas esta belezura tem um preço: Não é simples tornar-se um mestre na "arte" da confecção de documentos. Especialmente se você não tem familiaridade com padrões e/ou linguagens de programação -- também conhecido como "analfabeto de pai e mãe".
Blaaaah, que nada. É muito simples. Se você, como eu, está começando a preocupar-se com trabalho de conclusão de curso / monografia / mestrado / doutorado, agora é a hora de debruçar-se sobre esta ferramenta. É claro, porém, que não é algo que deve ser feito caso você já esteja no meio do trabalho ou com os dias contados para a apresentação. Numa situação destas dificilmente haveria tempo hábil para a adaptação.
Qualquer trabalho desenvolvido em Latex, basicamente, é composto pelo cabeçalho e o corpo do documento. No cabeçalho, as seguintes informações são normalmente dispostas:
% No latex, os comentários são precedidos do sinal de porcento
\documentclass[brazil,ruledheader]{abnt} % pacote abnt, com os parâmetros brazil e ruledheader
\usepackage[T1]{fontenc} % utilizando pacote de codificação de fonte
\usepackage[latin1]{inputenc} %utilizando pacote de codificação de entrada
\usepackage{graphicx} %pacote para utilização de gráficos em jpg
\makeatletter % usa o @(arroba) como caracter, e não marcador de texto
\usepackage{babel} % pacote de linguagem que se adapta a textos fora do Inglês
\makeatother % Volta o arroba para o normal
\usepackage{abnt-alf} % Tipo de bibliografia. No caso, abnt em ordem alfabética.
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JuRaDo
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20:43
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Marcadores: latex
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JuRaDo
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20:39
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Marcadores: homeoffice, trabalho
Há cerca de um ano venho ouvido de mais de uma pessoa de confiança -- inclua aqui boa parte de meus professores que mais admiro -- que o Canadá é, atualmente, um grande lugar para trabalhar e viver. E toda minha pesquisa até o momento não mostrou ser diferente. Acrescente a este fator a crescente demanda por trabalhadores que as províncias canadenses têm publicado.
Pra quem, como eu, tem também esta curiosidade, percebi que existe muito material disponível sobre a imigração. Vou citar duas fontes legais:
BrasMontreal
Forum -- em português -- com muita dúvida bem resolvida e com um pessoal pra lá de interessado em ajudar. Recomendadíssimo.
O único problema é que o material para resto do Canadá (que não especificamente as regiões de Montreal e Quebec -- francofonas) é um pouco menos extenso.
CIC - Citizenship and Imigration Canada
O site mais completo com TUDO -- eu disse TUDO -- sobre a imigração. Inclusive testes online pra que você saiba se tem chances de ser aprovado como imigrante.
Hoje é um bom dia
Não é beeeem um site com conteúdo sobre imigração. Na verdade é um brasileiro -- que escreve muito bem, aliás -- que, entre uma partida e outra de video-game, conta um pouco como é sair dos 40 graus do Maranhão morar no país da folha vermelha.
Eu, pessoalmente, estou bem longe do aeroporto ainda. Preciso concluir a faculdade (daqui a praticamente 1 ano) e resolver minha documentação: Reservista, passaporte, tudo tudo tudo... Mas, quem sabe, vai que dá ;)
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JuRaDo
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19:45
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Marcadores: canada
Eu sou um dos poucos caras que conheço que gostam de formatar o micro. Estava até agora há pouco conversando com um amigo sobre isto. Ele comentou que detesta formatar e que demora semanas para deixar o ambiente do seu jeito novamente.
Eu sou um cara obcecado por padrões. Obsessão compulsiva, daquelas bravas. Às vezes me incomoda tanto que deixo de utilizar um programa que não seja "instalável" via apt-get. Cruel não?
Sinistro ou não sinistro, estou indo pra terapia. Onde pus o CD do Delphi, hein?
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JuRaDo
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19:26
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Marcadores: geek
Não é de hoje que eu estou querendo iniciar o desenvolvimento de algo similar ao desenvolvido para PABX's Avaya, porém para o Asterisk. Descobri que existem algumas implementações interessantes em Java que, embora brilhantes, não adaptem a comunicação em um formato CSTA.
Apenas para quem não conhece, CSTA (Computer-supported telecommunications applications) é um protocolo criado pela Novell + AT&T + uma série de outras mega-corps no sentido de padronizar a integração telefônica com aplicações.
Porém, o que até agora pude perceber é que a "porta de entrada" do Asterisk não permite uma tradução simples de suas mensagens para eventos em um paradigma CSTA. Porém ainda estou dizendo isto sem suficiente conhecimento de causa. Minha intenção, ainda na linha de "o que estou pretendendo trabalhar" é a de pesquisar um pouco mais o assunto pra, quem sabe, bolar um projeto que integre esta duas soluções.
O mercado tá aí. No meu último curso de Asterisk -- esse mesmo que estou devendo um parecer sobre -- praticamente todos os alunos vinham de empresas que já estão no meio do CallCenter e que estão engatinhando no universo do VoIP. E quem tem Avaya -- boa parcela do mercado -- que venha comigo ;)
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JuRaDo
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19:17
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